Colecionador de Frases

Frases e citações selecionadas e indexadas por Eugenio Hansen

A intermitência do sonho nos permite suportar os dias de trabalho.

Publicado por servitiu em 21 Maio , 2008


Pablo Neruda, 1904-1973

Fonte:
NERUDA, P. [Apresentação]. In: _____ . Confesso que vivi : memórias. 29. ed. Rio de Janeiro : Bertrand Brasil, 2006. P. 7.

Enviado em Pablo Neruda, sonho, trabalho | Deixar um comentário »

Não somos nunca tão felizes nem tão infelizes quanto imaginamos.

Publicado por servitiu em 21 Maio , 2008

Enviado em François La Rochefoucauld, auto-conhecimento, felicidade, imaginação, infelicidade | Deixar um comentário »

O objetivo primordial e necessário de toda a existência deve ser [ . . . ]

Publicado por servitiu em 14 Maio , 2008


O objetivo primordial e necessário de toda a existência deve ser a felicidade, mas a felicidade não pode ser obtida individualmente; é inútil se esperar pela felicidade isolada; todos devem compartilhar dela ou então a maioria nunca será capaz de gozá-la.

Robert Owen, 1771-1858

Enviado em Robert Owen, coltividade, felicidade, indivíduo, mudança de vida | Deixar um comentário »

Se o homem ocupar-se intensamente de coisas sérias e não se abandonar de vez em quando ao divertimento, sem perceber, fica louco ou idiota.

Publicado por servitiu em 14 Maio , 2008


Heródoto, 485?-420 a.C.

Enviado em Heródoto, divertimento, seriedade | Deixar um comentário »

De todas as doenças do espírito humano, a fúria de dominar é a mais terrível.

Publicado por servitiu em 13 Maio , 2008


Voltaire, 1694-1778

Enviado em Voltaire, dominação | Deixar um comentário »

O verdadeiro amigo é aquele que nos torna melhores do que somos.

Publicado por servitiu em 9 Maio , 2008


Sêneca, 4 a.C.-65 d.C.

Enviado em Sêneca, amizade | 1 Comentário »

Ética é o limite que faz com que uma pessoa diga não a si mesma.

Publicado por servitiu em 9 Maio , 2008

Enviado em Roberto DaMatta, ética | Deixar um comentário »

Canção do Expedicionário (FEB)

Publicado por servitiu em 8 Maio , 2008

Homenagem aos 63 anos da vitória sobre o nazi-fascismo:

Composição: Guilherme de Almeida
Música: Spartaco Rossi

Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,
Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Você sabe de onde eu venho ?
É de uma Pátria que eu tenho
No bojo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.
Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacarandá,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz!

Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse “V” que simboliza
A vitória que virá:
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

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Abençoado o homem que nada tendo a dizer, abstém-se de dar em palavras a evidência desse fato.

Publicado por servitiu em 7 Maio , 2008


George Eliot, 1819-1880

Enviado em George Eliot, mediocridade, prudência, silêncio | Deixar um comentário »

As pessoas são muito mais propensas a valorizar o interesse no presente em detrimento do distante e remoto.

Publicado por servitiu em 7 Maio , 2008


David Hume, 1711-1776

Enviado em David Hume, futuro, presente | Deixar um comentário »